domingo, 6 de janeiro de 2013

Notas do dia 2.

       O maior sofrimento é a angustia de não saber o que fazer, não ter uma solução, ficar vagando sem saber pra onde guiar os pensamentos.

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        Bem que disse que não permitiria que resumisse numa só coisa e  hoje percebi pelo menos três motivos, que juntos, trabalharam no meu "surto". O orgulho, jamais ia admitir que eu não queria que o cara fosse. Alem disso, seria um pedido egoísta e mexe na questão do livre arbítrio para suas escolhas, que faço questão que ela tenha e defenderei para que qualquer pessoa permita que ela tenha. Não percebendo eu, que escolhas dela podem ter meu consentimento pois ela me permite isso sempre. Prezo muito pela liberdade, e  não tiraria a liberdade de ninguém, muito menos de quem amo.
Não consigo nem dizer se o que senti foi ciúme porque normalmente o que seria pra ser ciúme, alguns me chamam de maluca, mas me exita... quando os vi ficando na primeira vez, na festa, foi muito interessante, inclusive, fiquei observando por alguns instantes, mas no reveillon, me incomodei, por todos os motivos que já disse, me senti largada, tive tipo, um flashfoward e me imaginei aos poucos sozinha, preferia acabar de vez com tudo que aos poucos como previ, mais uma vez o orgulho.



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       O gatilho de tudo isso foi a estupidez que ela disse que tomei como provocação, se ela não tivesse dito aquilo, eu teria levado a situação numa boa, não importa as escolhas. Mas a culpa foi minha, deveria ter esclarecido minha revolta logo... lembrei porque não esclareci, não queria quebrar o clima de reveillon, estraguei tudo.


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      Ainda não sei se eu tenho medo de opinar certas decisões por dar margem a interpretações das minhas vontades ou ser mesmo a minha vontade...

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