sexta-feira, 7 de maio de 2010

se eu fosse poeta, assim expressaria meus atuais finais de tarde:

Onde é que foi parar o sol?
Onde foi que se escondeu?
Não sei mais, são seis da tarde

Ouço o vento na janela, sinto frio
Sempre vejo as mesmas letras no jornal
Sinto o cheiro do asfalto, que evapora a cada dia
como as idéias que deixei morrer

Muros, grades e a claridade dos faróis
Tanta pressa pra chegar, são pessoas como eu
E se cansam que xingam e falam.
 Fingem que as coisas são bem mais, do que realmente são.

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