sábado, 24 de abril de 2010

cotidiano

ontem estava voltando pra casa, no onibus havia no maximo 5 pessoas alem de mim, umas 3 estavam nos bancos atrás, e eu do lado direito na janela, tranqüila, lendo meu livro simpático, quando o ônibus parou no sinal e um ser pulou da janela e tentou  furtar algo que estivesse em minhas mãos, sem sucesso.
Eu me assustei, me afastei um pouco e depois que o coletivo avançou eu voltei pro meu lugar, e tentei prosseguir a leitura, acontece que depois eu parei para reparar as 4 dimensões em minha volta, pois, imediatamente após aquela ação os passageiros de trás se deslocaram esbaforidos pros bancos da ala esquerda, e passaram o resto da viagem resmungando indignados com a violência da cidade bla bla bla, e eu a unica que tinha sido "vitimia", a unica que continuou no mesmo lugar, e a unica que ria do acontecido.


E coisas assim me fazem perguntar por que essa mania de ser diferente, de fato, desde criança nunca quis ser igual, é natural?

3 comentários:

Helena A. B. disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk, sencasional, eh por isso q eu digo , ser seven days eh issoo, botar pra fuder, hahahahaha.

Tatiana Paz disse...

vc me intrigou. todos nós agimos parecido em algumas situações, mas somos únicos. e vice versa. somos diferentes, mas na verdade somos um produto cultural. oq há em nós que é só nosso? tudo ou nada? ou nem lá nem cá?

Garota Sem Destino disse...

abençoado seja o positivismo.

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

ok, somos um produto cultural, mas existem aqueles q seguem padrões, e existem aqueles q os derrubam.